Página de arquivo 2

Propaganda e videogame.

Em anúncio veiculado no jornal O Liberal de Belém (de autoria desconhecida) os criativos responsáveis pelo anúncio da Unimed ilustraram a peça com uma “foto” de um jogo de videogame chamado Beijing 2008.

A popularização da tecnologia digital para reprodução de imagens tornou todo mundo potenciais fotógrafos. Os preços de captura e armazenamento de imagens despencaram na mesma proporção que aumentou a quantidade de megapixels das câmeras. Todas essas imagens guardadas com as pessoas encontram seu canal ideal de escoamento através da internet, especialmente pelos sites de banco de imagem de micro pagamentos sem direitos controlados.

Depois da polêmica revolução que todas essas novidades causaram na indústria da imagem e da comunicação, o anúncio da Unimed chama novamente a atenção para a questão dos direitos autorais em imagens digitais. A nova geração de videogames, do qual essa jogo faz parte, já trabalha com formato widescreen em formato Full HD, o que significa que com 1920×1080 pixel de resolução as imagens desse jogo tem qualidade suficiente para reprodução satisfatória em diversos formatos.

Somado a capacidade de processamento das máquinas, o videogame evoluiu na última década de simples produto de entretenimento de nicho para um produto cultural de massa, igualando-se ao cinema de Hollywood em custos de produção e faturamento de um bom jogo. Todo esse investimento e cuidado de produção nos jogos estão resultando em produtos cada vez mais detalhados, com personagens e cenário a apenas alguns passos do foto-realísmo.

A foto construída por computador não é exatamente nova, a todo instante faz-se isso com montagens no Photoshop ou modelagens em programas 3D. Mas a tendência, com chegada das potentes máquinas de videogame, é a popularização do uso de imagens desse tipo gerada em ambiente doméstico e não mais restritas ao detentores de equipamentos e mão-de-obra especializada. Tal como aconteceu com a revolução da foto e da câmera digital, o uso dessas imagens geradas por computadores ainda levantará todo tipo de debate a cerca de direitos autorais e utilização dessas imagens em peças publicitárias.

A propósito, o jogo é  ruim e levou nota 3 numa escada de 0 a 10 pela imprensa especializada.

Anúncio da Unimed Belém em O Liberal de 10/08 é ilustrado com uma “foto” de um jogo de videogame. Autoria desconhecida.

Portfolio

Nova inclusão no portfolio editorial “Primeiro Ciclo de Palestras sobre Perícia”

Centro de Perícia Renato Chaves / Governo do Pará

Mais peças após o link.

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Genérico de marca

Ou, como as indústrias, através da propaganda e do design, estão agregando valor de marca a um produto que deveria ser apenas um genérico.

Com a regularização dos medicamentos genéricos pelo governo anos atrás, o consumidor brasileiro acostumou-se a comprar Diciofenaco Potássico no lugar de Cataflan, entre tantos outros remédios que passaram a ser comercializados por diversas farmacêuticas pelo nome do seu princípio ativo no lugar de uma marca comercial. Os benefícios para a sociedade seriam os menores preços dos medicamentos genéricos por não possuírem investimentos em construção de marca e por pulverizar o mercado antes concentrado fortemente nas mãos do laboratório que detinham uma forte marca comercial como o Cataflan, aumentando a concorrência e a competitividade no setor.

Depois da largada, uma empresa em especial tem chamado a atenção com seus medicamentos genéricos. Numa inteligente estratégia de marketing, o laboratório canalizou os investimentos em propaganda para a marca guarda-chuva que atende pelo próprio nome da empresa, criando assim uma curiosa nova categoria: os “genéricos de marca” da Medley.

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Licitação Banco da Amazônia

Terminou a concorrência do Banco da Amazônia realizada entre maio e julho deste ano. As vencedoras foram as agências OMG (minha primeira casa) e DC3/Unicom. A agência em que trabalho, Gamma, participou da concorrência com o projeto da dupla de criação Luana Couto e eu, redação de Luana Couto e direção de arte minha, mas infelizmente foi eliminada precocemente por problemas técnicos.

A surpresa positiva ficou por conta de um resultado parcial, relatado por fontes que participaram da convocação para apresentação do resultado final, que supostamente mostrava a Gamma com a melhor pontuação no quesito conceito / idéia criativa. Nos outros quesitos a agência já havia sido desclassificada e ficou sem nota.

Parabéns aos vencedores e, independente da veracidade da informação acima, parabéns a Gamma pelo que eu acredito ter sido um ótimo trabalho.

Duas das 8 peças da proposta criativa podem ser conferidas após o link.

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Portfolio

Nova inclusão no portfolio editorial:
Livreto promocional do Estado do Pará para o Encontro de Governadores.
Arquivo completo em PDF no link.

Projeto e diagramação Jorge Sá.

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DESIGN: Editorial 1 | Editorial 2 | Marca/Embalagem
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Sorria! É Verão na Yamada

Hoje inicia a Campanha de Verão Yamada 2008 com direção de arte minha, criação da minha amiga Luana Couto e produção de fornecedores parceiros. A campanha anuncia o inicío da temporada de férias e veraneio com uma onda de sóis e felicidade invandindo as lojas Y.Yamada e os balneários do estado do Pará. Com uma linguagem simples e elementos simbólicos universalmente conhecidos e associados a alegria como o sol e o “smile”, acredito que a mensagem ficou muito forte e tem tudo para ser um sucesso.

Outras peças podem ser conferidas no portfólio de direção de arte em propaganda.

Cerpa Gold e os piratas

A propaganda paraense foi sacudida recentemente com a campanha para o lançamento da Cerpa Gold. Foi, de longe, o melhor lançamento de um produto paraense em anos. Criatividade, conceito, oportunismo, planejamento e outros que deveriam sempre caminhar de mão dadas com a propaganda, acordaram do sono profundo com a chegada dos piratas.

Para quem dormiu no ponto ou não reside em Belém, a Cerpa é uma tradicional marca de cerveja paraense, voltada para o público C e D, que tem perdido constantemente espaço para as grandes marcas nacionais. A comunicação da marca tinha um forte apelo popular, com campanhas tipo pastelão, abusando de mulheres seminuas e com teor machista. Juntamente com a tradicional Cerpa de 600ml, a empresa comercializava também a Cerpinha, em formato longneck, tipo exportação. (continue lendo no link abaixo)

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Biblioteca básica de design / parte 2

Na sequência, a segunda parte da lista de alguns dos bons livros de design e afins que tive a oportunidade de ler. Essa lista terá tantas partes quanto eu for capaz de lembrar de boas indicações. Enquanto a terceira parte não chega, tente a primeira parte também. Boa leitura.

Continue lendo ‘Biblioteca básica de design / parte 2′

Ensaio sobre a inovação

É pouco provável falar em design sem falar na inovação. De fato o resultado de um projeto de design é na maioria das vezes uma inovação, seja no produto, na produção, na venda ou em qualquer outro momento da cadeia produtiva. No mundo dos negócios a “inovação” atingiu um patamar onipresente, onde representa a necessidade constante da empresa em desenvolver novas vantagens competitivas, através de meios inéditos de se diferencias da concorrência e agregar valor a marca.

A inovação pode ser no produto ou serviço propriamente dito, mas não raro as maiores inovações acontecem em outras etapas do ciclo de vida do produto - fabricação, distribuição, venda, descarte - ou mesmo na descoberta de novas necessidades e maneiras do consumidor usar um produto. Com a democratização da tecnologia, globalização e toda essa velha história, a inovação enquanto evolução técnica do produto está comoditizada e é rapidamente superada.

Dois dos produtos de maior sucessos do momento são baseado em “inovações lowtech”. O PC ultraportátil Asus EEE e o videogame Nintendo Wii quebraram paradigmas com inovações nas necessidades do consumidor e na forma de interação com o produto, respectivamente. O primeiro é um PC barato e super compacto para acesso a internet, nicho não atendido pelos notebooks de 14″. E o segundo fugiu da competição direta com as gigantes Microsoft e Sony oferecendo um videogame com uma interação exclusiva que superou uma barreira inédita de penetração do videogame fora da faixa etária jovem.

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Portfolio

Nova inclusão no portfolio editorial:
Quem é Quem no Sistema Federação Indústria do Estado do Pará
Amostra em PDF no link. Não é o arquivo final, pode conter erros. ;)

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DESIGN: Editorial 1 | Editorial 2 | Marca/Embalagem
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Jorge Sá

designer gráfico
jorge@jorgesadesign.com

Interessado em novos projetos e oportunidades de trabalho e disponível para freelancer.
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