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Automatização de tarefas com XML e Indesign

É possível reduzir drasticamente o tempo de diagramação de um anúncio de ofertas se a agência disponibilizar aos seus funcionário um fluxo de trabalho baseado em XML.

De modo geral, as agência de propaganda manuseiam e transportam as informações referente as ofertas de produtos entre os departamentos de forma praticamente artesanal e muito dependente do operador.

No cenário atual, os dados são descontruídos e reconstruídos a cada copiar e colar para serem transportados entre os aplicativos e sistemas (Web, Indesign, Publish etc). Por último, é realizada a formatação do texto dentro do software de diagramação, geralmente o Indesign.

Tem-se um processo cíclico e, onde existe repetição de tarefas, existe a possibilidade de automatização de tarefas para que sejam realizadas num tempo muito menor.

Se as agências mantivessem um banco de dados estruturado e a criação tivesse acesso a estes arquivo em XML, onde todos os detalhes das ofertas fossem identificados com marcadores (tags), o Indesign seria capaz de identificar os dados e importá-los para dentro do layout já completamente formatado com a ajuda de estilo (falei mais sobre estilos neste post).

Esse fluxo de trabalho transformaria um processo tedioso e demorado em uma rotina quase que totalmente automatizada.

Veja como após o link

Este post apenas apresenta o esboço de projeto para essa finalidade. Procure mais informações sobre o funcionamento do XML integrado ao Indesign aqui e aqui.

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Um prego no caminho da Agra

trivento1

O atraente material promocional para divulgação do empreendimento Torres Trivento da Agra e Leal Moreira, parecia um tiro certeiro e criativo, como raro se vê em Belém. Com uma distribuição em praças movimentadas e na portas de colégio infatil da classe A/B, a ação consegue fisgar os pais através do interesse dos filhos no “brinde” e, melhor, foge da concorrência direta pela atenção do consumidor nas concorridas esquinas e sinais de trânsito. Mas a boa estratégia esconde um perigo:  um prego pontiagudo de 4cm totalmente exposto segura as hélices do cata-vento na haste plástica. Por sorte me arranhei antes de entrega-lo para minha filha. :) Fail total.

Você acharia seguro entregar esse brinde para seu filho de 3 anos?

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Círio Yamada

Nokia

painel_nokia

Quality incorporadora Ed. Connext

quality_pequeno

Aniversário Grupo Yamada

Homenagem Gamma Yamada

Yanna Tally e eu.

Oplima

Uggo Não.

uggonao

Diplay de uma bebida alcoolica no supermercado. Senso de humor incomum, mas oportuno, para tratar de um assunto sujo.

Piso e teto salarial da propaganda

Essa semana o Oportunidade Belém, da Lorena Goretti, fez uma enquete sobre o piso e teto salarial dos profissionais da propaganda em Belém, Pará. Postando como anônimos, dezenas de pessoas comentaram seus salários. Entre salários e pedradas, deixei minha sugestão sobre a questão, que reproduzo a seguir.

Na verdade acredito que um dos principais problemas é que ainda exista uma idealização da profissão que impede que o mercado cresça e sejamos recompensados de maneira mais adequada. Quando os critérios de avaliação são tão somente valores intangíveis como criatividade, estética etc e o tal “insight” só vêm depois da meia noite, o camarada acaba desencontrando com o horário do chefe e perdendo a chance de pedir aquele aumento. ;) Portanto, um ponto que eu considero importante é trabalharmos em parceria com os empresários pela profissionalização da gestão do nosso mercado. Produtividade, cumprimento de metas, respeito aos horários e prazos são todos valores que deveriam ser mais cultivados dentro das agências. Enxergo que as vezes falta ao funcionário essa orientação focada na objetividade e produtividade. Sei que vou ter que desviar de alguma pedras ao dizer isso, mas no meu ponto de vista vale mais um trabalho “muito bom” executado em um hora do que um trabalho “ótimo” que custou um dia inteiro.

Outra coisa que faz falta é um “mini” plano de carreira. Em pouquíssimas agências de Belém existe uma especialização de tarefas, todos irremediavelmente são diretores de arte ou redatores. Isso impede que as pessoas enxerguem onde estão e até aonde podem chegar. O mercado nivelou o termo “diretor de arte” por baixo e hoje supostamente todos atingiram seu limite profissional. Pessoas com salários tão díspares como R$ 600 e R$ 6000 são diretores de arte. Isso não é nada estimulante, heim? Uma segmentação não só estimularias as pessoas a conquistarem melhores posições como tonaria as agências mais dinâmicas e organizadas, funcionando como uma linha de montagem moderna.

Jorge Sá

Propaganda e videogame.

Em anúncio veiculado no jornal O Liberal de Belém (de autoria desconhecida) os criativos responsáveis pelo anúncio da Unimed ilustraram a peça com uma “foto” de um jogo de videogame chamado Beijing 2008.

A popularização da tecnologia digital para reprodução de imagens tornou todo mundo potenciais fotógrafos. Os preços de captura e armazenamento de imagens despencaram na mesma proporção que aumentou a quantidade de megapixels das câmeras. Todas essas imagens guardadas com as pessoas encontram seu canal ideal de escoamento através da internet, especialmente pelos sites de banco de imagem de micro pagamentos sem direitos controlados.

Depois da polêmica revolução que todas essas novidades causaram na indústria da imagem e da comunicação, o anúncio da Unimed chama novamente a atenção para a questão dos direitos autorais em imagens digitais. A nova geração de videogames, do qual essa jogo faz parte, já trabalha com formato widescreen em formato Full HD, o que significa que com 1920×1080 pixel de resolução as imagens desse jogo tem qualidade suficiente para reprodução satisfatória em diversos formatos.

Somado a capacidade de processamento das máquinas, o videogame evoluiu na última década de simples produto de entretenimento de nicho para um produto cultural de massa, igualando-se ao cinema de Hollywood em custos de produção e faturamento de um bom jogo. Todo esse investimento e cuidado de produção nos jogos estão resultando em produtos cada vez mais detalhados, com personagens e cenário a apenas alguns passos do foto-realísmo.

A foto construída por computador não é exatamente nova, a todo instante faz-se isso com montagens no Photoshop ou modelagens em programas 3D. Mas a tendência, com chegada das potentes máquinas de videogame, é a popularização do uso de imagens desse tipo gerada em ambiente doméstico e não mais restritas ao detentores de equipamentos e mão-de-obra especializada. Tal como aconteceu com a revolução da foto e da câmera digital, o uso dessas imagens geradas por computadores ainda levantará todo tipo de debate a cerca de direitos autorais e utilização dessas imagens em peças publicitárias.

A propósito, o jogo é  ruim e levou nota 3 numa escada de 0 a 10 pela imprensa especializada.

Anúncio da Unimed Belém em O Liberal de 10/08 é ilustrado com uma “foto” de um jogo de videogame. Autoria desconhecida.

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Jorge Sá

designer gráfico
jorge@jorgesadesign.com

Interessado em novos projetos e oportunidades de trabalho e disponível para freelancer.

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