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Automatização de tarefas com XML e Indesign

É possível reduzir drasticamente o tempo de diagramação de um anúncio de ofertas se a agência disponibilizar aos seus funcionário um fluxo de trabalho baseado em XML.

De modo geral, as agência de propaganda manuseiam e transportam as informações referente as ofertas de produtos entre os departamentos de forma praticamente artesanal e muito dependente do operador.

No cenário atual, os dados são descontruídos e reconstruídos a cada copiar e colar para serem transportados entre os aplicativos e sistemas (Web, Indesign, Publish etc). Por último, é realizada a formatação do texto dentro do software de diagramação, geralmente o Indesign.

Tem-se um processo cíclico e, onde existe repetição de tarefas, existe a possibilidade de automatização de tarefas para que sejam realizadas num tempo muito menor.

Se as agências mantivessem um banco de dados estruturado e a criação tivesse acesso a estes arquivo em XML, onde todos os detalhes das ofertas fossem identificados com marcadores (tags), o Indesign seria capaz de identificar os dados e importá-los para dentro do layout já completamente formatado com a ajuda de estilo (falei mais sobre estilos neste post).

Esse fluxo de trabalho transformaria um processo tedioso e demorado em uma rotina quase que totalmente automatizada.

Veja como após o link

Este post apenas apresenta o esboço de projeto para essa finalidade. Procure mais informações sobre o funcionamento do XML integrado ao Indesign aqui e aqui.

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Análise: novo portal ORM

As Organizações Romulo Mairana (ORM) são um dos maiores grupos de comunicação do Pará. Além de emissoras de rádio e jornais, o grupo é afiliado da Rede Globo através da TV Liberal. Disputam acirradamente a liderança no Pará com o Grupo RBA, do político Jader Barbalho. Na incessante competição para se tornar o número um na preferência popular (leia-se aumentar a influência), uma das principais armas dos concorrentes (desconsiderando o jogo sujo) é investir na melhorias dos serviços prestados. Meses atrás o jornal Diário do Pará, do grupo RBA, fez um extenso projeto de design com uma consultoria internacional que revitalizou a imagem do jornal e conseguiu boa avaliação, confira aqui.

Agora é a vez da contra investida da ORM, que reformulou o seu portal da internet. Conseguirão dar o troco? Minha avaliação na sequencia.

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Foxvideo.com.br é frustrante

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Brincando de projetar o  site da Fox Vídeo (Belém, PA) dos meus sonhos. Clica para ampliar!

No projeto acima:

  • Destaque preferencial e acesso irrestrito à barra de busca.
  • Resultado imediato sobre a disponibilidade do filme nas lojas da rede Fox, assim como uma acesso direto à locação on-line.
  • Agrupamento de informações em comum para facilitar a identificação por interesses (Fox Entrega ou Locação on-line?)
  • Integração com o maior banco de dados de filmes da internet (IMDB) para facilitar a decisões do cliente e sugerir novos filmes baseado na opinião de outros.
  • Menos sub-páginas (o maior número de informações relevantes sobre o filme expostas logo no resultado da busca)

Já acessou o site da Fox e teve dificuldades?

Quem já tentou usar o site da Fox Vídeo para consultar filmes e auxiliar no processo de locação, certamente sentiu-se frustrado como eu. Com uma rotina prolixa, burocrática e um visual confuso, é mais fácil tropeçar em qualquer outro produto – como a sugestão de compra de um maço de cigarro – do que encontrar o filme desejado.

O site da Fox é bem intencionado, mas tornou-se justamente o inverso do que as lojas da Fox sempre foram, que são um espaço agradável e conveniente. O resultado é um site inchado, que se propõem a permitir locação on-line, locação através do serviço de entrega Foxfone, consultar filmes disponíveis para locações on-line, consultar filmes para locação nas lojas, vender livros, cds, dvds usados e dezenas de outras “conveniências”, tudo ao mesmo tempo e de forma intrusiva.

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Monografia / pós graduação em marketing

Título

E-business e tecnologias de informação nas micro e pequenas empresas.

Introdução

No trabalho de título “E-business e tecnologias de informação nas micro e pequenas empresas”, será analisado/proposto idéias de como uma empresa de atuação regional poderia utilizar a internet e outras ferramentas de comunicação digital de forma inovadora para conseguir resultados comerciais exclusivamente dentro da sua região. Ou seja, como elas poderiam interpretar a internet não como uma porta para o mundo, mas como um meio de resolver problemas, aproximar clientes e fornecedores, aproveitando as oportunidades da comunicação digital dentro dos limites regionais.

O argumento de partida para esse trabalho é de que apesar de muito se falar na internert como ferramenta revolucionária de comunicação, capaz de transpor as fronteiras regionais no âmbito das negociações, pouco vemos o reflexo dessa revolução em economias de pequenas e médias cidades. Mesmo diante de toda as possibilidade de integração, pequenos e médios centros econômicos continuam muito dependente e, especialmente, focados nos consumidores, parceiros e fornecedores locais. Enquanto a internet ajuda a encontrar um fornecedor do outro lado do mundo, os principais parceiros e fornecedores da região permanecem desencontrados, mesmo a poucos metros de distância um do outro.

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Design deve priorizar usuário

VIA FOLHA DE S.PAULO

RAFAEL CAPANEMA
da Folha de S.Paulo

O conceito de design ainda é incompreendido, segundo Luís Cláudio Portugal do Nascimento, professor do curso de design da FAU-USP (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo).

“Há uma percepção muito equivocada de que tem a ver com sedução, tornar um produto bonitinho, fazer uma interferência de mercado na epiderme do produto”, afirma.

Para Portugal, o ser humano é que deve ser a prioridade do projeto de um produto de tecnologia. “Se [o projeto] não for centrado no usuário, não é design”.

Especializado no ensino de design de produto, o pesquisador está desenvolvendo atualmente uma enciclopédia que discute a ética do design. Leia abaixo trechos da entrevista que Portugal concedeu à Folha.

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Criatividade nas eleições é maior do que nas empresas

Acabou. Em Belém, Duciomar Costa venceu a eleição e se reelegeu para prefeito. Certamente ninguém vai sentir saudades da sujeira, propaganda obrigatória e todo tipo de bagunça por toda a cidade proporcionada pelo período eleitoral (exceto quem fatura alto nesse período). No entanto, esses dias de campanha trazem consigo momentos peculiares para o profissional de comunicação. Em nenhum outro momento da história desse país, de Belém ou de tantas outras cidades brasileiras – que se repete apenas de 2 em 2 anos – vê-se tanta criatividade na comunicação. (continuar lendo)

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Eles têm muito em comum

Design, como conhecemos hoje, é uma ferramenta recente na história da industrialização. O que não significa que ela não existia sobre outras denominações. Design é um palavra inglesa que signfica designo, que por tua vez vem do latim: desenhar, representar, marcar. Logo, significa a atividade de desenhar para uma finalidade ou, simplesmente, o que já foi chamado antigamente de “arte aplicada“, o embrião do que chamamos hoje simplesmente de design. (continuar lendo)

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Propaganda e videogame.

Em anúncio veiculado no jornal O Liberal de Belém (de autoria desconhecida) os criativos responsáveis pelo anúncio da Unimed ilustraram a peça com uma “foto” de um jogo de videogame chamado Beijing 2008.

A popularização da tecnologia digital para reprodução de imagens tornou todo mundo potenciais fotógrafos. Os preços de captura e armazenamento de imagens despencaram na mesma proporção que aumentou a quantidade de megapixels das câmeras. Todas essas imagens guardadas com as pessoas encontram seu canal ideal de escoamento através da internet, especialmente pelos sites de banco de imagem de micro pagamentos sem direitos controlados.

Depois da polêmica revolução que todas essas novidades causaram na indústria da imagem e da comunicação, o anúncio da Unimed chama novamente a atenção para a questão dos direitos autorais em imagens digitais. A nova geração de videogames, do qual essa jogo faz parte, já trabalha com formato widescreen em formato Full HD, o que significa que com 1920×1080 pixel de resolução as imagens desse jogo tem qualidade suficiente para reprodução satisfatória em diversos formatos.

Somado a capacidade de processamento das máquinas, o videogame evoluiu na última década de simples produto de entretenimento de nicho para um produto cultural de massa, igualando-se ao cinema de Hollywood em custos de produção e faturamento de um bom jogo. Todo esse investimento e cuidado de produção nos jogos estão resultando em produtos cada vez mais detalhados, com personagens e cenário a apenas alguns passos do foto-realísmo.

A foto construída por computador não é exatamente nova, a todo instante faz-se isso com montagens no Photoshop ou modelagens em programas 3D. Mas a tendência, com chegada das potentes máquinas de videogame, é a popularização do uso de imagens desse tipo gerada em ambiente doméstico e não mais restritas ao detentores de equipamentos e mão-de-obra especializada. Tal como aconteceu com a revolução da foto e da câmera digital, o uso dessas imagens geradas por computadores ainda levantará todo tipo de debate a cerca de direitos autorais e utilização dessas imagens em peças publicitárias.

A propósito, o jogo é  ruim e levou nota 3 numa escada de 0 a 10 pela imprensa especializada.

Anúncio da Unimed Belém em O Liberal de 10/08 é ilustrado com uma “foto” de um jogo de videogame. Autoria desconhecida.

Ensaio sobre a inovação

É pouco provável falar em design sem falar na inovação. De fato o resultado de um projeto de design é na maioria das vezes uma inovação, seja no produto, na produção, na venda ou em qualquer outro momento da cadeia produtiva. No mundo dos negócios a “inovação” atingiu um patamar onipresente, onde representa a necessidade constante da empresa em desenvolver novas vantagens competitivas, através de meios inéditos de se diferencias da concorrência e agregar valor a marca.

A inovação pode ser no produto ou serviço propriamente dito, mas não raro as maiores inovações acontecem em outras etapas do ciclo de vida do produto – fabricação, distribuição, venda, descarte – ou mesmo na descoberta de novas necessidades e maneiras do consumidor usar um produto. Com a democratização da tecnologia, globalização e toda essa velha história, a inovação enquanto evolução técnica do produto está comoditizada e é rapidamente superada.

Dois dos produtos de maior sucessos do momento são baseado em “inovações lowtech”. O PC ultraportátil Asus EEE e o videogame Nintendo Wii quebraram paradigmas com inovações nas necessidades do consumidor e na forma de interação com o produto, respectivamente. O primeiro é um PC barato e super compacto para acesso a internet, nicho não atendido pelos notebooks de 14″. E o segundo fugiu da competição direta com as gigantes Microsoft e Sony oferecendo um videogame com uma interação exclusiva que superou uma barreira inédita de penetração do videogame fora da faixa etária jovem.

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O design da embalagem

Diante dos elevados preços nos tradicionais canais de comunicação e promoção, a embalagem de um produto torna-se o mais importante e indispensável meio de comunicação entre este produto e o consumidor. De fato, para a maioria dos produtos disponíveis em um supermercado, a embalagem é o único meio de comunicação com o cliente.

Assim, além das tradicionais funções primárias da embalagem como proteger e transportar, temos as não menos importantes funções mercadológicas que incluem: chamar a atenção para o produto, transmitir informações relevantes ao consumidor, despertar o desejo de compra, agregar valor ao produto e etc.

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Jorge Sá

designer gráfico
jorge@jorgesadesign.com

Interessado em novos projetos e oportunidades de trabalho e disponível para freelancer.

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