Arquivo para a categoria 'design de produto'

Produto: Anjo de rede

Produto criado por mim com a finalidade de encurtar redes de dormir. O famoso ócio criativo em prática.

Segundo lugar na categoria protótipo da modalidade utensílios no 25 Prêmio Design Museu da Casa Brasileira, em SP. (Novembro de 2011)

Simulação gancho de encurtar rede


Brasileiro adora rede de descanso. No Norte e Nordeste, esse legado dos indígenas e incoporado à cultura brasileira ainda é usado como substituto da cama em muitos lares.
Para garantir o conforto e o uso adequado da rede ela precisa estar adequada tensionada. Mas nem sempre o tamanho da rede é compatível com a distância entre os ganchos, o que gera problemas ergonômicos de uso.
Se para deixá-la mais longa o uso de uma corrente resolve o problema, não existia uma solução igualmente simples de deixá-la mais curta, para os casos em que a rede é maior do que o espaço para instalação.
O Anjo de Rede é um artefato concebido para encurtar redes de descanso com segurança (deixando-a mais alta) através de uma instalação fácil e elegante. O produto está em fase de protótipo funcional e em breve disponível no mercado. Patente requerida.

  • Capaz de encurtar a rede em até 32cm;
  • Pode ser instalado nas duas extremidades;
  • Substitui outras formas improvisadas para encurtar;
  • O uso correto da rede previne problemas de coluna;

Como instalar o gancho para encurtar rede

Livro digital na Saraiva é pura dor de cabeça

E_ADEPT_REQUEST_EXPIRED: Problema com o App Saraiva Digital Reader e o login no Adobe ID? A resposta está abaixo.


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Um prego no caminho da Agra

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O atraente material promocional para divulgação do empreendimento Torres Trivento da Agra e Leal Moreira, parecia um tiro certeiro e criativo, como raro se vê em Belém. Com uma distribuição em praças movimentadas e na portas de colégio infatil da classe A/B, a ação consegue fisgar os pais através do interesse dos filhos no “brinde” e, melhor, foge da concorrência direta pela atenção do consumidor nas concorridas esquinas e sinais de trânsito. Mas a boa estratégia esconde um perigo:  um prego pontiagudo de 4cm totalmente exposto segura as hélices do cata-vento na haste plástica. Por sorte me arranhei antes de entrega-lo para minha filha. :) Fail total.

Você acharia seguro entregar esse brinde para seu filho de 3 anos?

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Design deve priorizar usuário

VIA FOLHA DE S.PAULO

RAFAEL CAPANEMA
da Folha de S.Paulo

O conceito de design ainda é incompreendido, segundo Luís Cláudio Portugal do Nascimento, professor do curso de design da FAU-USP (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo).

“Há uma percepção muito equivocada de que tem a ver com sedução, tornar um produto bonitinho, fazer uma interferência de mercado na epiderme do produto”, afirma.

Para Portugal, o ser humano é que deve ser a prioridade do projeto de um produto de tecnologia. “Se [o projeto] não for centrado no usuário, não é design”.

Especializado no ensino de design de produto, o pesquisador está desenvolvendo atualmente uma enciclopédia que discute a ética do design. Leia abaixo trechos da entrevista que Portugal concedeu à Folha.

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Eles têm muito em comum

Design, como conhecemos hoje, é uma ferramenta recente na história da industrialização. O que não significa que ela não existia sobre outras denominações. Design é um palavra inglesa que signfica designo, que por tua vez vem do latim: desenhar, representar, marcar. Logo, significa a atividade de desenhar para uma finalidade ou, simplesmente, o que já foi chamado antigamente de “arte aplicada“, o embrião do que chamamos hoje simplesmente de design. (continuar lendo)

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Ensaio sobre a inovação

É pouco provável falar em design sem falar na inovação. De fato o resultado de um projeto de design é na maioria das vezes uma inovação, seja no produto, na produção, na venda ou em qualquer outro momento da cadeia produtiva. No mundo dos negócios a “inovação” atingiu um patamar onipresente, onde representa a necessidade constante da empresa em desenvolver novas vantagens competitivas, através de meios inéditos de se diferencias da concorrência e agregar valor a marca.

A inovação pode ser no produto ou serviço propriamente dito, mas não raro as maiores inovações acontecem em outras etapas do ciclo de vida do produto – fabricação, distribuição, venda, descarte – ou mesmo na descoberta de novas necessidades e maneiras do consumidor usar um produto. Com a democratização da tecnologia, globalização e toda essa velha história, a inovação enquanto evolução técnica do produto está comoditizada e é rapidamente superada.

Dois dos produtos de maior sucessos do momento são baseado em “inovações lowtech”. O PC ultraportátil Asus EEE e o videogame Nintendo Wii quebraram paradigmas com inovações nas necessidades do consumidor e na forma de interação com o produto, respectivamente. O primeiro é um PC barato e super compacto para acesso a internet, nicho não atendido pelos notebooks de 14″. E o segundo fugiu da competição direta com as gigantes Microsoft e Sony oferecendo um videogame com uma interação exclusiva que superou uma barreira inédita de penetração do videogame fora da faixa etária jovem.

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Jorge Sá

designer gráfico
jorge@jorgesadesign.com

Interessado em novos projetos e oportunidades de trabalho e disponível para freelancer.

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